Catamarãs recolhem 59t de lixo flutuante em 14 meses de operação

Os dois barcos tipo catamarã, que a prefeitura utiliza há 14 meses para a coleta de resíduos sólidos flutuantes, recolheram 59,6 toneladas de lixo, evitando que esses detritos prejudicassem a fauna e a flora e chegassem às praias da cidade.

 

http://www.santos.sp.gov.br/cgi-bin/comunicacao/listanoticias.pl?57372

 

30/03/2009

Catamarãs recolhem 59t de lixo flutuante em 14 meses de operação

 

Os dois barcos tipo catamarã, que a prefeitura utiliza há 14 meses para a coleta de resíduos sólidos flutuantes, recolheram 59,6 toneladas de lixo, evitando que esses detritos prejudicassem a fauna e a flora e chegassem às praias da cidade. Na grande maioria são garrafas e sacolas plásticas, latas e objetos pequenos, denominados resíduos regulares e são acondicionados em sacos plásticos de 100 litros.

 

Os considerados irregulares, como madeiras, galhos, e por ventura animais mortos, são transportados fora dos coletores. Normalmente, os meses de maior volume de detritos são os da temporada de verão, quando os catamarãs operam de terça-feira a domingo. Em janeiro e fevereiro deste ano, os números foram expressivos: respectivamente, 15.622 kg e 6.759 kg coletados.

 

Fora desse período, as embarcações são utilizadas de sexta-feira a domingo e nos feriados. Para segurança dos operadores, não há operação durante o período de ocorrência de chuvas ou de formação de muitas ondas na orla. O projeto coordenado pela Semam (Secretaria do Meio Ambiente) e operacionalizado pela Prodesan, faz parte do programa Onda Limpa.

 

A finalidade é limpar a baía de Santos do lixo marinho, que por influência das marés e dos ventos, percorre a costa litorânea, entre o Estuário, no ferry-boat, e o Emissário Submarino. Além disso, visa integrar a comunidade e autoridades num programa que encara o problema do ponto de vista metropolitano, uma vez que o fenômeno afeta a região da Baixada Santista.

 

O QUE É

O catamarã é uma embarcação com duas canoas e uma base no meio, possuindo uma espécie de grade metálica, que fica submersa e recolhe os detritos por onde navega. Por meio de um sistema basculante, o material coletado é ensacado no próprio barco, que tem capacidade para transportar 1.200 kg de detritos.

 

A duas unidades foram adquiridas pela prefeitura por R$ 234 mil, dos quais R$ 163.800,00 vieram do Fehidro (Fundo Estadual de Recursos Hídricos). Além da retirada do material, a Semam também desenvolve trabalho de conscientização dos munícipes nas praias e moradores das áreas de dique, na Zona Noroeste, por meio de distribuição de panfletos e trabalho educativo, para evitar descarte de detritos no mar.

 



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