Caixa Cultural São Paulo apresenta a instalação Oceano Invadido

Oceano Invadido é uma instalação imersiva que busca recriar um ambiente marinho em estado de desintegração. A exposição patrocinada pela Caixa Econômica Federal acontece de 17 de julho a 29 de agosto de 2010, no centro da cidade de São Paulo, com entrada gratuita.

 

 

Brasilia, 30 de Junho de 2010

Caixa Cultural São Paulo apresenta a instalação Oceano Invadido

O público poderá interagir manualmente com a estrutura que simula a ondulação do oceano

 

© Oceano Invadido

© Oceano Invadido

 

Oceano Invadido é uma instalação imersiva que busca recriar um ambiente marinho em estado de desintegração. A exposição patrocinada pela Caixa Econômica Federal acontece de 17 de julho a 29 de agosto de 2010, no centro da cidade de São Paulo, com entrada gratuita.
Instalada no vão octogonal do mezanino da Caixa Cultural São Paulo (Sé), uma cobertura mecânico-cinética será construída em madeira, tubos de PVC e retalhos plásticos translúcidos reproduzindo a ondulação da superfície dos oceanos.

A escultura de uma enorme baleia Jubarte construída com arames e recobertas com retalhos plásticos flutua no centro do espaço térreo se misturando a anêmonas-plásticas convertidas em pufes para o público descansar e apreciar a instalação.
Por fim, uma projeção de vídeo sobre uma esfera mostrará, por meio de animações, o ciclo percorrido pelos dejetos plásticos nos oceanos e sua interferência no cotidiano dos seres humanos.

Curiosidades:
Os oceanos ocupam 70% da superfície da Terra, mas até hoje se sabe muito pouco sobre a vida em suas regiões mais remotas.

Segundo estimativas de oceanógrafos, há ainda 2 milhões de espécies desconhecidas nas profundezas dos mares. Por ironia, as notícias mais frequentes produzidas pelas pesquisas científicas relatam não a descoberta de novos seres ou fronteiras marinhas, mas sim, a alarmante escalada das agressões infligidas aos oceanos pela ação humana. E dentre as diversas formas de agressão, a poluição através de resíduos plásticos se mostra uma das mais devastadoras.

O plástico, por suas características - durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração – causa um impacto de proporções globais e que se perpetua por gerações. Segundo o Programa Ambiental da ONU, existem 46.000 fragmentos de plástico para cada 2,5 km², tornando-o responsável por 70% da poluição marinha por resíduos sólidos. E as principais vítimas são as diversas espécies de vida animal, entre répteis, pássaros, mamíferos e peixes.

A relevância deste tema torna obrigatória uma reflexão e uma mudança de atitude em relação ao uso do plástico no cotidiano, além de alterações profundas no sistema de descarte para embalagens plásticas. Governo, sociedade e ONG’s devem se unir em busca de políticas para a redução do uso e a implementação de programas de logística reversa.

Criação e Produção:
Estúdio Bijari - www.bijari.com.br
Contato: Maurício Brandão
mauricio@bijari.com.br
11 3815-7229 e  11 3814-0815

SERVIÇO:

Projeto de instalação ‘OCEANO INVADIDO’
Abertura para convidados e imprensa: dia 17 de julho de 2010, às 11h
Visitação: de 17 de julho a 29 de agosto de 2010
Horário de visitação: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
Local: CAIXA Cultural São Paulo (Sé) - Galeria Octogonal - Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP
Informações, agendamento de visitas mediadas e translado (ônibus) para escolas públicas: (11) 3321-4400
Acesso para pessoas com necessidades especiais
Entrada: franca
Recomendação etária: Livre
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

Assessoria de imprensa do evento:
Fernando Henrique - (11) 7028-0834 - fernando@bijari.com.br



One Response to “ Caixa Cultural São Paulo apresenta a instalação Oceano Invadido ”

  1. Isis de Palma disse:

    Vamos Cuidar do Planeta
    CONFINT 2010 - força tarefa internacional MEC/MMA UNESCO UNICEF FPH da França e Carta das Responsabilidades Humanas.
    Isis de Palma consultora CONFINT em SP
    desejamos fazer o link entre as iniciativas

    Nova geração formula compromissos para o futuro

    Conferência Internacional Infantojuvenil – Vamos Cuidar do Planeta, que reuniu crianças e adolescentes de 50 países no Brasil, mostra a força e a energia da nova geração na defesa e cuidado para com o planeta
    A maioria deles nunca tinha viajado de avião nem saíra do seu país antes. Os cerca de 400 adolescentes de 12 a 15 anos que participaram da Conferência Internacional Infantojuvenil – Vamos Cuidar do Planeta, vindos de 50 países dos cinco continentes, enfrentaram viagens de até 36 horas para afirmar ao mundo em coro: “Se não for agora, então quando? Se não formos nós, então quem vai cuidar do Planeta?”
    Eles estiveram reunidos por cinco dias de intenso trabalho na pequena cidade de Luziânia, a 50 km da capital do Brasil, Brasília, trocando experiências das ações que cada um deles já realiza em seus países para recuperar o meio ambiente. Com base em sua experiência, e ajudados por 80 jovens um pouco mais velhos, prepararam a Carta Vamos Cuidar do Planeta, onde assumiram nove responsabilidades que vão levar para casa e disseminar em suas comunidades e países. Nela afirmam: “Cuidando de nós estaremos cuidando de toda a humanidade e provando que o ser humano não é o que diz e sim o que faz”.
    Os cinco dias de Conferência transcorreram em um clima de grande diversidade cultural e respeito às diferenças, embalados pela incrível energia e alegria que move toda nova geração. E as diferenças – eram 400 representantes de 50 países diferentes, muitos representados por diversas etnias e falando mais de cem idiomas, sem contar as diferenças socioculturais e as distintas realidades locais – não impediram que os jovens pudessem se confraternizar em uma festa única por um objetivo comum.
    Foi uma jornada que indubitavelmente ajudou a preparar as lideranças que surgirão nos próximos anos na defesa ambiental. O preparo e a maturidade que esses jovens demonstram não permite duvidar que muitos deles serão protagonistas do cenário político global em alguns anos, e em suas mãos poderemos estar seguros de que a crise ambiental global não será relegada a um quinto plano como hoje ocorre nos níveis decisórios globais.
    Entre eles está o indiano Akash Swaminthan, de apenas 13 anos, que fez um discurso de gente grande na Câmara dos Deputados do Brasil e arrancou aplausos da audiência. Akash foi autor de um projeto de proteção dos mangues em sua região e, quando voltar à Índia, pretende reflorestar áreas públicas na sua cidade.
    O adolescente brasileiro Krishynan Shanty, 15, dedica-se a conscientizar os moradores do bairro da Penha, no Rio de Janeiro, a adotarem atitudes ambientais, como economizar água e energia. A indonésia Adeline Suwana, de apenas 13 aos, é fundadora da ONG Sahabat Alam que luta pela preservação de mangues e promove a educação ambiental em seu país.
    A reciclagem foi a porta de entrada do estudante espanhol Gerard Martinez, 15 anos, no engajamento concreto em prol do meio ambiente. O adolescente foi um dos precursores na implantação de um sistema de reutilização de livros na sua escola em Barcelona. “Em nosso país, consumimos muito sem necessidade. Isso tem de parar”, sentencia
    Akash, Krishynan, Gerard e Adeline são apenas alguns exemplos entre os 400 delegados da Confint e a relevância das ações que vêm desenvolvendo nos quatro cantos do planeta.
    No encerramento do evento, dia 11, no Museu da República, em Brasília, o ministro da Educação do Brasil, Fernando Haddad, desafiou os jovens participantes do encontro a manterem o compromisso com a causa da proteção ambiental.
    “Terremotos e tsunamis são tragédias inevitáveis, mas outras estão sob nosso controle. O papel de vocês é fundamental daqui para a frente. Vocês são protagonistas para reverter essa situação.”
    No entanto, quem conhece o trabalho dessa turma da Confint sabe que a exortação do ministro nem seria necessária. Motivação e comprometimento com a continuidade da Confint é o que não falta. Entre outras iniciativas, os adolescentes já estão animando a Comunidade Virtual, uma plataforma na Internet onde eles poderão manter contato, o intercâmbio de idéias e a troca de informações sobre as ações no cuidado para o meio ambiente (www.vamoscuidardoplaneta.net). E todos eles prometem arregaçar as mangas na volta a seus países para colocar em prática tudo que puderam aprender e ensinar durante o encontro. A primeira ação de continuidade já foi lançada, com o abaixo-assinado para que o maior número possível de pessoas assine a carta das responsabilidades. Até agora, há 2 mil assinaturas.

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