Brasileiros encaram Jaws na remada

A onda de Danilo, na foto, calculada pelo surfista com altura em torno de 14 metros, chama atenção também porque Jaws normalmente é surfada para a direita. O baiano diz que é mais fácil entrar na onda remando, sem o auxílio do jet-ski, indo para a esquerda.
Jaws é sem sombra de dúvidas a maior e mais poderosa onda no universo das ondas grandes.


28.01.2011

Brasileiros encaram Jaws na remada

 

Danilo Couto


Enviado por Renato de Alexandrino

Jaws andou botando as mandíbulas de fora. Na semana passada a onda, localizada na ilha de Maui, quebrou para valer com as grandes ondulações que atingiram o arquipélago havaiano. Normalmente “domada” na base do tow in, Jaws foi encarada na remada por um grupo de brasileiros, como Danilo Couto (foto), Yuri Soledade, Márcio Freire e Tiago Candelot.

- Tinha um pessoal fazendo tow in também, que é probido por lei quando tem alguém surfando na remada. Como ainda não é uma situação comum o surfe de remada em Jaws, eles ainda não respeitam totalmente – disse Danilo, por e-mail, do Havaí.

A onda de Danilo, na foto, calculada pelo surfista com altura em torno de 14 metros, chama atenção também porque Jaws normalmente é surfada para a direita. O baiano diz que é mais fácil entrar na onda remando, sem o auxílio do jet-ski, indo para a esquerda.

- A ideia de remar em Jaws já me persegue há anos. Escolhemos a esquerda pois é mais propícia à remada. Jaws é sem sombra de dúvidas a maior e mais poderosa onda no universo das ondas grandes. Tínhamos dois jet-skis fazendo a segurança, pois se algo der errado não tem praia na frente, apenas um paredão de pedras.

O mar baixou um pouco nos últimos dias – baixou para padrões havaianos, claro, mas as ondas estão lá, segundo Danilo.

- A máquina aqui não para. São muitos dias perfeitos. Nada gigante, mas bem divertido.

E enquanto isso, segue o flat no Rio de Janeiro…

Radicais: O Globo

Danilo Couto



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