Contraditório

Segundo o documento, os países têm alguns compromissos como contribuir para soluções com parcerias público-privadas que tenham como objetivo a prevenção de descarte de detritos no mar, trabalhar junto com a comunidade científica para entender e avaliar melhor os impactos e soluções para o problema, promover a aplicação de leis existentes para prevenir o lixo marinho e trabalhar para recuperar mais produtos plásticos para reciclagem.



24 de novembro de 2011

Indústria de plástico assina plano de ação para evitar descarte de lixo nos oceanos

© Rich Carey/Shutterstock.com


Lydia Cintra

Líderes da indústria mundial de plástico se reuniram em Dubai na última semana para a criação de um plano global de ações para o problema do descarte de lixo nos oceanos. O movimento que integra os vários países em torno da causa declara que “o lixo oceânico não tem fronteiras geográficas ou políticas”, por isso a solução deve ser discutida internacionalmente.

As preocupações relacionadas ao lixo marinho, no entanto, abrangem outros setores do mercado, já que a quantidade de objetos como garrafas de vidro e latas de metal também é preocupante.

No caso da indústria de plástico, a proposta é criar formas eficientes e inteligentes para que os resíduos não cheguem ao ambiente marinho (como aproveitar o valor que o plástico tem mesmo após usado). Segundo a United Nations Environmental Program, cerca de 70% do lixo marinho vai para o fundo do oceano, ou seja, não fica visível na superfície – por isso, prevenir é melhor do que tentar remediar.

A indústria mundial de plásticos também apoia o trabalho da GESAMP (The Joint Group of Experts on the Scientific Aspects of Marine Environmental Protection), conselho da ONU para assuntos relacionados à proteção do ambiente marinho.

A Declaration for Solutions on Marine Litter foi adotada por 54 indústrias até agora e as ações começarão a entrar em vigor em 2012. Segundo o documento, os países têm alguns compromissos como contribuir para soluções com parcerias público-privadas que tenham como objetivo a prevenção de descarte de detritos no mar, trabalhar junto com a comunidade científica para entender e avaliar melhor os impactos e soluções para o problema, promover a aplicação de leis existentes para prevenir o lixo marinho e trabalhar para recuperar mais produtos plásticos para reciclagem.

Ideias Verdes




25/11/2011

Cai lei que suspende o uso de sacolas plásticas em São Paulo

© Rich Carey/Shutterstock.com


A Plastivida informa que o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu manter a suspensão da lei que proíbe o uso das sacolinhas plásticas nos supermercados e no comércio varejista da cidade de São Paulo, atendendo ao pedido de liminar feito pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast). Pela lei, que havia sido sancionada em maio pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD), as sacolinhas plásticas deveriam ser banidas dos supermercados da cidade a partir de 1º de janeiro de 2012.

Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos




24/11/2011

Cai lei que proíbe sacolas plásticas no varejo em São Paulo

© Hilary Street/Marine Photobank


TONI SCIARRETTA
DE SÃO PAULO

O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu manter a suspensão da lei que proíbe o uso das sacolinhas plásticas nos supermercados e no comércio varejista da cidade de São Paulo.

Com a lei sancionada em maio pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD), as sacolinhas plásticas deveriam ser banidas do supermercados da cidade a partir de 1º de janeiro de 2012, tempo dado para os estabelecimentos comerciais adaptarem seus procedimentos de embalagem.

A decisão de suspender a lei foi do desembargador Luiz Pantaleão, que atendeu ainda em junho ao pedido de liminar feito pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico. O argumento é que, além de ineficaz, a lei contraria o direito do consumidor de levar os produtos comprados no comércio.

A Prefeitura de São Paulo recorreu da decisão no Tribunal de Justiça de São Paulo, que só agora considerou improcedente as alegações e decidiu manter a liminar dada ao sindicato.

Segundo a prefeitura, a Procuradoria do Município vai recorrer da decisão no Supremo Tribunal Federal.

Mesmo que não consiga suspender a decisão até janeiro, os principais supermercados de São Paulo fizeram um “acordo de cavalheiros” para banir o uso das sacolinhas plásticas no Estado a partir de 2012.

Costurado pela Apas (Associação Paulista dos Supermercados) no início do ano, o acordo foi visto como alternativa para contornar os questionamentos jurídicos previstos para a nova lei.

Em outras 20 cidades, o Sindicato da Indústria de Material Plástico teve sucesso ao entrar na Justiça com a ação semelhante para impedir a proibição do uso das sacolinhas plásticas.

Folha.com




23/11/2011

Justiça suspende lei que proíbe sacolas plásticas no comércio de SP

Suspensão foi pedida por sindicato da indústria de material plástico.
Prefeitura já anunciou que vai recorrer da decisão.



O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu por tempo indeterminado a lei que proíbe o uso de sacolas plásticas no comércio da capital. A suspensão foi pedida pelo sindicato da indústria de material plástico.

A lei foi sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab em maio deste ano e entraria em vigor em janeiro de 2012. O objetivo era incentivar o uso de sacolas retornáveis. A Prefeitura anunciou que vai recorrer da decisão no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília.

G1 SP




21 de novembro de 2011

Indústria mundial de plásticos lança plano de ação para soluções em lixo marinho

Propostas foram debatidas e compartilhadas no encontro mundial das associações de plásticos, realizado em Dubai

© JonMilnes/Shutterstock.com


Nos dias 16 e 17 de novembro, representantes das indústrias de plásticos do mundo se reuniram em Dubai para criar um plano de ação visando soluções para o lixo marinho, com cronograma de implantação e acompanhamento previstos para 2012. Além das ações globais apoiadas por todos os signatários, foram selecionados 92 projetos abrangendo 32 países.

Levando em consideração que as soluções para o lixo marinho demandam cooperação global, a indústria de plásticos promoverá discussões para envolver outros segmentos da indústria interessados em aderir a essas e a outras ações que visam minimizar e até evitar a formação de lixo marinho. Para o presidente do Conselho da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, Frank Alcantara, a indústria mundial de plásticos está determinada a fazer sua parte e a desempenhar um papel construtivo. “Nesse desafio será de grande importância a parceria com demais setores para solucionar o problema do lixo marinho”, completa Alcantara.

A “Declaração para Soluções em Lixo Marinho”, adotada por 54 organizações ligadas à indústria de plásticos, inclusive a Plastivida no Brasil, traça uma estratégia para o desenvolvimento e implementação de soluções no ambiente marinho. Hoje, a indústria do plástico já participa de iniciativas como Vacances Propres na França, Keep America Beautiful nos Estados Unidos, Cool Seas no Reino Unido e International Beach Cleanup na África do Sul, que servirão como catalisador para futuras ações em outras regiões.

Dentre as atividades que a indústria está implementando em conformidade com essa diretriz global, destaca-se uma parceria com o “The Joint Group of Experts on the Scientific Aspects of Marine Environmental Protection (GESAMP)”, órgão consultivo da Organização das Nações Unidas para aspectos científicos de proteção do meio ambiente marinho. A indústria de plásticos se comprometeu em apoiar o trabalho do GESAMP em avaliar as origens, destino e efeitos de micro-plásticos no meio ambiente marinho.

Brasil – Segundo Miguel Bahiense, Presidente da Plastivida, que esteve em Dubai, o encontro foi “um avanço dos representantes da indústria de plásticos que oficialmente se comprometerem proativamente com essa causa, propondo ações, não só regionais, mas globais, para solucionar os impactos do lixo marinho”.

Bahiense conta que a Plastivida estuda, no Brasil, parceria com o Instituo de Oceanografia da USP. “Estamos realmente orgulhosos em nos juntarmos à iniciativa do GESAMP como parte de nossos esforços para melhor entender e impedir o lixo marinho”, afirma o executivo.

As atividades dirigidas pela indústria mundial de plásticos vão ser publicadas no site www.marinelittersolutions.com. O conteúdo será traduzido para o português em breve.

Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos




Contraditório

© Rich Carey/Shutterstock.com


Ideias Verdes
A Declaration for Solutions on Marine Litter foi adotada por 54 indústrias até agora e as ações começarão a entrar em vigor em 2012. Segundo o documento, os países têm alguns compromissos como contribuir para soluções com parcerias público-privadas que tenham como objetivo a prevenção de descarte de detritos no mar, trabalhar junto com a comunidade científica para entender e avaliar melhor os impactos e soluções para o problema, promover a aplicação de leis existentes para prevenir o lixo marinho e trabalhar para recuperar mais produtos plásticos para reciclagem.


Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos
Brasil – Segundo Miguel Bahiense, Presidente da Plastivida, que esteve em Dubai, o encontro foi “um avanço dos representantes da indústria de plásticos que oficialmente se comprometerem proativamente com essa causa, propondo ações, não só regionais, mas globais, para solucionar os impactos do lixo marinho”.

Bahiense conta que a Plastivida estuda, no Brasil, parceria com o Instituo de Oceanografia da USP. “Estamos realmente orgulhosos em nos juntarmos à iniciativa do GESAMP como parte de nossos esforços para melhor entender e impedir o lixo marinho”, afirma o executivo.


Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos
A Plastivida informa que o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu manter a suspensão da lei que proíbe o uso das sacolinhas plásticas nos supermercados e no comércio varejista da cidade de São Paulo, atendendo ao pedido de liminar feito pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast). Pela lei, que havia sido sancionada em maio pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD), as sacolinhas plásticas deveriam ser banidas dos supermercados da cidade a partir de 1º de janeiro de 2012.


Folha.com
A decisão de suspender a lei foi do desembargador Luiz Pantaleão, que atendeu ainda em junho ao pedido de liminar feito pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico. O argumento é que, além de ineficaz, a lei contraria o direito do consumidor de levar os produtos comprados no comércio.

Em outras 20 cidades, o Sindicato da Indústria de Material Plástico teve sucesso ao entrar na Justiça com a ação semelhante para impedir a proibição do uso das sacolinhas plásticas.


G1 SP
O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu por tempo indeterminado a lei que proíbe o uso de sacolas plásticas no comércio da capital. A suspensão foi pedida pelo sindicato da indústria de material plástico.



3 Responses to “Contraditório”

  1. Comentário abaixo expressa a posição da ABRAESPS – Futura ” Associação Brasileira das Empresas de sacolas Personalizadas em Serigrafia. http://www.abraesps.co.cc
    Frequentemente nós vemos o poder público legislativo municipal se manifestar acerca de um assunto tão polêmico aqui no Brasil e no Mundo, que são sobre o destino das sacolas plásticas, sem ao menos consultar a opinião da sociedade, e das empresas e industrias do setor. Pois hoje se coloca as sacolas como a grande vilã do meio ambiente, tendo em vista que na década de 50, quando se usava sacos e sacolas de papel, o mesmo foi apontado como o grande incentivador ao desmatamento excessivo nas florestas, devido a sua matéria prima ser a celulose(madeira), foi quando as embalagens plásticas surgiu como a melhor alternativa pelos principais fatores: eram leve, barato e reciclável. Mas só que durante todos esses anos(60 anos), o poder público não fez a sua parte, que seria ter adotado as coletas seletivas nas residências, campanhas periódicas de educação ambiental ensinando as pessoas a fazer um descarte correto, e construção de locais para reciclagem das embalagens, e a ausência dessas medidas preventivas ocasionou o caos que vemos hoje no meio ambiente. Então nós defendemos que a solução não é banir as sacolas, ou substituir por uma alternativa que não tem nenhum estudo que comprove a sua eficiência, como é o caso da OXI-BIODEGRADÁVEL, que apenas resolverá o problema visual, pois o aditivo adicionado no plástico convencional, somente fará com que o plástico se esfarele, e se transforme em METAIS PESADOS que infiltrará no solo, poluindo os rios e o lençol freático. Mas a solução seria implantação das medidas acima já citado, que são a divulgação de campanhas educação ambiental a partir das escolas, coletas seletivas nas residências, criação de locais específicos para reciclagem do plástico, e uma lei de normalização de uma sacola com espessura mais resistente á ser usado nos supermercados para evitarmos a necessidade de se usar varias sacolas.

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