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	<title>Portal do Lixo Marinho</title>
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	<description>Local Beach, Global Garbage</description>
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		<title>Viagem de trabalho ao mar de plástico</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2012 12:25:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Prado Barretto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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		<description><![CDATA[— A região próxima da superfície da água é onde se concentram os micropedaços de plástico degradado pela ação do Sol e do vento, onde acabam funcionando como esponja para outros poluentes orgânicos perigosos — explica Gabriel Monteiro, biólogo da USP e responsável pelo desenvolvimento da rede e da metodologia de coleta. — A absorção de poluentes pelos plásticos faz com que sua concentração em torno dos fragmentos seja muito maior do que na água. Nosso principal objetivo é verificar a que ponto chega essa concentração e como os plásticos servem de transporte para estes poluentes, funcionando como uma jangada que os leva a locais distantes de onde foram lançados.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #4a4a4a;">— A região próxima da superfície da água é onde se concentram os micropedaços de plástico degradado pela ação do Sol e do vento, onde acabam funcionando como esponja para outros poluentes orgânicos perigosos — explica Gabriel Monteiro, biólogo da USP e responsável pelo desenvolvimento da rede e da metodologia de coleta.</span></p>
<p><br class="caption" /><br class="caption" /><span style="color: #4a4a4a;">13/11/12</span></p>
<h2><span style="color: #0070c0;">Viagem de trabalho ao mar de plástico</span></h2>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>Velejadores brasileiros partem este mês em roteiro de circunavegação e colherão amostras para estudo global sobre a poluição por plásticos nos oceanos</strong></span><br class="caption" /><br class="caption" /></p>
<div id="attachment_4446" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-4446" title="Expedição 4 Ventos" src="http://www.globalgarbage.org/praia/wp-content/uploads/2012/11/4-VENTOS.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Danilo verifica as condições do mastro e das cordas das velas da embarcação</p></div>
<p><br class="caption" /><a href="http://oglobo.globo.com/ciencia/viagem-de-trabalho-ao-mar-de-plastico-6715534" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">CESAR BAIMA</span></a></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">RIO &#8211; Produzido pela primeira vez no século XIX, o plástico revolucionou a indústria e o consumo nos últimos 100 anos. Resistente, leve, versátil e barato, ele está presente em uma gama de produtos que vai de imensos aviões a minúsculos aparelhos eletrônicos, servindo tanto para proteger nossa comida quanto para embalar nosso lixo. Seu uso intensivo, no entanto, é um problema cada vez maior para o meio ambiente.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Embora grande parte das mais de 270 milhões de toneladas de resinas termoplásticas fabricadas anualmente vá parar em lixões e aterros sanitários em terra, pelo menos 10% de todo plástico descartado acaba nos oceanos. Carregado pelas correntes marítimas, ele se acumula em verdadeiras ilhas de detritos nos chamados grandes giros do Pacífico, do Atlântico e do Índico, locais onde estas correntes adquirem um movimento rotativo. E a partir deste mês um casal de velejadores, em parceria com o <a href="http://www.io.usp.br" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Instituto de Oceanografia da Universidade de São Paulo</span></a>, vai fazer o primeiro levantamento global desta poluição para pesquisadores brasileiros.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Jornalistas de formação, Danilo Mesquita e Marcela Rocha Mesquita se apaixonaram pelo mar nas frequentes escapadas do estresse do trabalho na cidade de São Paulo para mergulhos no litoral do estado. Com o tempo, amadureceram a ideia de realizarem uma <a href="http://expedicao4ventos.virgula.uol.com.br/" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">expedição de circunavegação da Terra</span></a>. Decidiram então largar os empregos, compraram um barco e desde maio estão nos Estados Unidos preparando a viagem.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">— Nossos mergulhos fizeram a gente ficar cada vez mais perto do oceano e começamos a nos preocupar com sua preservação — lembra Marcela. — Aos poucos, fomos nos inteirando da grave questão que é a poluição por plásticos e fomos conversar com os especialistas na USP até chegarmos a este projeto, unindo o útil ao agradável. Não é uma simples viagem de curtição, queremos registrar tudo e vamos colher milhares de amostras da água que serão analisadas no Brasil.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Para isso, os pesquisadores da USP desenvolveram uma <a href="http://youtu.be/bBSzXIwAeZ4" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">rede especial</span></a>, conhecida como neustônica. Com uma malha de apenas 0,5 milímetros, 60 centímetros de largura, 25 centímetros e altura, dois metros de comprimento, e abas laterais que funcionam como dois esquis, ela vai “varrer” os primeiros centímetros da superfície da água com o objetivo de coletar pequenos pedaços flutuantes de plástico enquanto um equipamento chamado fluxômetro registra a quantidade de água filtrada, o que vai permitir quantificar a concentração de fragmentos em uma determinada área. Já os organismos marinhos capturados acidentalmente pela rede serão devolvidos ao mar. Não existem estimativas precisas sobre a poluição oceânica, mas os cálculos são de que passa de 600 milhões de toneladas a quantidade de plástico nos oceanos. Já segundo relatório mais recente sobre o tema do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o plástico representa 70% de todos os detritos encontrados no mar, com 46 mil pedaços flutuando a cada 2,58 quilômetros quadrados de oceano.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">— A região próxima da superfície da água é onde se concentram os micropedaços de plástico degradado pela ação do Sol e do vento, onde acabam funcionando como esponja para outros poluentes orgânicos perigosos — explica Gabriel Monteiro, biólogo da USP e responsável pelo desenvolvimento da rede e da metodologia de coleta. — A absorção de poluentes pelos plásticos faz com que sua concentração em torno dos fragmentos seja muito maior do que na água. Nosso principal objetivo é verificar a que ponto chega essa concentração e como os plásticos servem de transporte para estes poluentes, funcionando como uma jangada que os leva a locais distantes de onde foram lançados.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Segundo Monteiro, para evitar conflitos e pedidos de autorização, as coletas só acontecerão em águas internacionais. Isso e a necessidade de que as condições do clima estejam favoráveis para a varredura apenas da região próxima da superfície farão com que a distribuição das amostras varie muito. Assim, na primeira parte da viagem, entre a Flórida e o Panamá, não estão previstas coletas, que só começarão depois que os velejadores atravessarem o canal e chegarem ao Pacífico, a partir de meados de fevereiro de 2013.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">— Mas será uma amostragem muito ampla e um passo importante para a pesquisa brasileira, atualmente muito regional e direcionada para a poluição por plásticos nas praias — defende Monteiro. — Vários outros países já estão fazendo levantamentos do tipo, mas esta é a primeira vez que uma expedição brasileira vai fazer coletas em uma extensão tão grande, seguindo protocolos rigorosos para que o material coletado não seja contaminado. E perto do fim da expedição, já na costa brasileira, deveremos ter uma amostragem mais densa e numerosa. Claro que temos grande interesse em saber como estão as águas do mundo, mas também temos que cuidar com atenção do nosso quintal.</span></p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/ciencia/viagem-de-trabalho-ao-mar-de-plastico-6715534" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Jornal O Globo</span></a><br class="caption" /><br class="caption" /></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="281" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bBSzXIwAeZ4?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/v/bBSzXIwAeZ4?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Experiência espanhola</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Nov 2012 19:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Prado Barretto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ministério do Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[O Brasil enviará missão à Universidade da Cantábria (Santander, Espanha) durante esta semana para conhecer a experiência local na gestão costeira integrada e casos de sucesso na aplicação da ferramenta Sistema de Modelagem Costeira (SMC). Participam da visita representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Secretaria de Patrimônio da União do Ministério Público (SPU-MP), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), governos estaduais e universidades federais dos Estados de Pernambuco, São Paulo e Rio Grande do Norte, além da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #4a4a4a;">O objetivo do projeto SMC-Brasil é contribuir para uma melhor gestão da costa brasileira. Para isso, o projeto fornece aos responsáveis pela gestão de zonas costeiras do Brasil sistema de modelagem próprio para o litoral, adequado à realidade de cada costa. Além da formação de gestores em técnicas de proteção e gestão do litoral que facilitem a tomada de decisões e o fortalecimento de grupos locais de pesquisas, que permitam a curto e longo prazo gerar uma massa crítica que dê apoio regional para uma gestão adequada da costa brasileira.</span></p>
<p><br class="caption" /><br class="caption" /><span style="color: #4a4a4a;">Segunda, 05 Novembro 2012 18:39</span></p>
<h2><span style="color: #0070c0;">Experiência espanhola</span></h2>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>Técnicos brasileiros conhecerão durante a semana modelo ibérico de modelagem costeira</strong></span><br class="caption" /><br class="caption" /></p>
<div id="attachment_4440" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-4440" title="Costa do Dendê, Bahia. Foto: Fabiano Prado Barretto/Global Garbage" src="http://www.globalgarbage.org/praia/wp-content/uploads/2012/11/DSC_0687.jpg" alt="" width="500" height="332" /><p class="wp-caption-text">Costa do Dendê, Bahia. Foto: Fabiano Prado Barretto/Global Garbage</p></div>
<p><br class="caption" /><a href="http://www.mma.gov.br/informma/item/8812-experi%C3%AAncia-espanhola" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">SOPHIA GEBRIM</span></a></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">O Brasil enviará missão à Universidade da Cantábria (Santander, Espanha) durante esta semana para conhecer a experiência local na gestão costeira integrada e casos de sucesso na aplicação da ferramenta Sistema de Modelagem Costeira (SMC). Participam da visita representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Secretaria de Patrimônio da União do Ministério Público (SPU-MP), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), governos estaduais e universidades federais dos Estados de Pernambuco, São Paulo e Rio Grande do Norte, além da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">“A agenda da missão está sendo organizada para que, além da parte técnica, sejam feitas apresentações sobre a aplicação da ferramenta na gestão costeira espanhola”, explica a gerente de Zoneamento Costeiro da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Leila Swerts. Segundo ela, está previsto, como parte da agenda, uma reunião com Ministério do Meio Ambiente da Espanha e outras instituições espanholas para compartilhamento de experiências da aplicação do SMC na gestão e proteção da costa espanhola.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>PRÓXIMO PASSO</strong></span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Como desdobramento da visita brasileira à Espanha, no período de 26 a 30 de novembro será realizado, no Instituto de Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), o primeiro curso na ferramenta SMC-Brasil. Os instrutores serão professores do Instituto de Hidráulica da Universidade da Cantábria. O objetivo é formar técnicos das universidades que estarão desenvolvendo os estudos de casos (Pernambuco, São Paulo e Rio Grande do Norte) para, posteriormente, atuarem como multiplicadores da ferramenta no Brasil. “O curso permitirá aos alunos conhecer melhor os estudos de caso no Brasil, na atenuação dos efeitos da degradação do litoral e projeções de soluções a serem adotadas”, diz Leila Swerts.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Para fechar as atividades da parceria hispano-brasileira em gerenciamento costeiro, nos dias 3 e 4 de dezembro, em Brasília, será promovido o seminário Diálogos Espanha-Brasil: Sistema de Modelagem Costeira e a experiência espanhola no uso do SMC e sua aplicação nos estudos de caso brasileiros. O encontro terá como objetivo apresentar os resultados da missão técnica na Espanha e deverá contribuir para o processo de planejamento da segunda fase do projeto, que pretende integrar iniciativas e ações para avançar nos outros componentes do Sistema.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>SAIBA MAIS</strong></span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">O objetivo do projeto SMC-Brasil é contribuir para uma melhor gestão da costa brasileira. Para isso, o projeto fornece aos responsáveis pela gestão de zonas costeiras do Brasil sistema de modelagem próprio para o litoral, adequado à realidade de cada costa. Além da formação de gestores em técnicas de proteção e gestão do litoral que facilitem a tomada de decisões e o fortalecimento de grupos locais de pesquisas, que permitam a curto e longo prazo gerar uma massa crítica que dê apoio regional para uma gestão adequada da costa brasileira.</span></p>
<p><a href="http://www.mma.gov.br/informma/item/8812-experi%C3%AAncia-espanhola" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Ministério do Meio Ambiente</span></a></p>
<p><br / class="caption"><br class="caption" /><br class="caption" /><span style="color: #4a4a4a;">Terça, 30 Outubro 2012 20:33</span></p>
<h2><span style="color: #0070c0;">O mar e a Lei Florestal</span></h2>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>Quinze ministérios e outros órgãos discutem como a zona costeira pode ser explorada de modo ecologicamente sustentável</strong></span><br class="caption" /><br class="caption" /></p>
<div id="attachment_4441" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-4441" title="Costa do Dendê, Bahia. Foto: Fabiano Prado Barretto/Global Garbage" src="http://www.globalgarbage.org/praia/wp-content/uploads/2012/11/DSC_0684.jpg" alt="" width="500" height="332" /><p class="wp-caption-text">Costa do Dendê, Bahia. Foto: Fabiano Prado Barretto/Global Garbage</p></div>
<p><br class="caption" /><a href="http://www.mma.gov.br/informma/item/8802-o-mar-e-a-lei-florestal" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">SOPHIA GEBRIM</span></a></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">A gestão da zona costeira brasileira perante a nova Lei Florestal foi discutida nesta terça-feira (30/10), em Brasília, na 44ª Reunião Ordinária do Grupo de Integração do Gerenciamento Costeiro (Gi-Gerco). Ligado à Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), é formado por representantes de 15 ministérios, Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema), Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma), Ministério Público Federal e universidades de todo o país.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Após detalhar tópicos da lei, entre eles o artigo 11, que define a zona costeira como patrimônio nacional e sua ocupação e exploração devem ser de modo ecologicamente sustentável, o presidente do Grupo Gi-Gerco e diretor de Zoneamento Territorial do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Adalberto Eberhard, abordou o item da lei que trata dos zoneamentos costeiros. “Assim como cada estado possui o seu Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE), instrumento de ordenamento e planejamento econômico e ambiental, a nova Lei Florestal determina que cada um dos 17 estados costeiros façam o seu ZEE Costeiro”, explicou.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Segundo o diretor do MMA, a determinação é que os estudos sejam feitos na escala de 1 para 10 mil. “Isso quer dizer que cada 10km de costa deve ter um mapa de 1 metro, com todas as definições e características daquela área”. Para ele, o objetivo é auxiliar no que for preciso os estados para a realização do estudo, que ainda não tem data para começar. “Estamos numa discussão preliminar sobre esse assunto, já nos antecipando e discutindo como será possível contribuir, no futuro com o ZEE Costeiro, que ainda não tem data para começar”, acrescentou.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>NO MUNDO</strong></span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Ao término da reunião, a analista ambiental do Departamento de Zoneamento Territorial do MMA, Márcia Oliveira, falou sobre a missão brasileira que irá a Espanha, no período de 5 a 9 de novembro. O objetivo será conhecer a experiência espanhola na gestão costeira integrada e seus casos exitosos de aplicação do Sistema de Modelagem Costeira (SMC), ferramenta utilizada para gestão costeira, bem como conhecer o estágio atual da customização do SMC-Brasil.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">“Essa missão faz parte de acordo firmado em 2010 entre os governos brasileiro e espanhol”, explica Márcia. O acordo, que é de cooperação técnica, científica e tecnológica, é ferramenta para execução do Projeto Transferência de Metodologias e Ferramentas de Apoio à Gestão da Costa Brasileira, entre a Agência Brasileira de Cooperação (<a href="http://www.abc.gov.br" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">ABC</span></a>) e a Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (<a href="http://www.aecid.org.br" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">AECID</span></a>), com a participação do Ministério do Meio Ambiente e da Secretaria do Patrimônio da União, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade de São Paulo (USP), Universidade da Cantábria (IHC/Espanha) e o Instituto Ambiental Brasil Sustentável (IABS).</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">O projeto tem como objetivo contribuir para uma melhor gestão da costa brasileira, permitindo entender e dar soluções a problemas de erosão que ocorrem em quase 40% da costa brasileira, estudar problemas de impacto ambiental, delimitar zonas de domínio público e privado ao longo do litoral permitindo recuperar espaços públicos já ocupados e proteger as populações em áreas de risco.</span></p>
<p><a href="http://www.mma.gov.br/informma/item/8802-o-mar-e-a-lei-florestal" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Ministério do Meio Ambiente</span></a></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><em>Última modificação em Quarta, 31 Outubro 2012 20:50</em></span></p>
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		<title>Capitania dos Portos realiza mutirão de limpeza no rio Potengi, em Natal</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Nov 2012 18:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Prado Barretto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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		<description><![CDATA[Um mutirão de limpeza do estuário do rio Potengi foi realizado na manhã deste domingo (21). A ação fez parte das comemorações do aniversário de 80 anos do Porto de Natal. O presidente da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), Pedro Terceiro de Melo, destacou que a ação teve como objetivo conscientizar a população natalense, principalmente a que vive às margens do rio Potengi, da importância da conservação do principal rio do estado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #4a4a4a;">Ao longo das quatro horas de coleta, os voluntários retiraram da área do mangue e margens do rio, diversos pedaços de plástico, restos de peças de zinco e ferro, madeira, sacos plásticos, garrafas pet, latas de cerveja, colchão e um monitor de computador. De acordo com o morador do Paço da Pátria, Luiz Fernandes, um dos motivos para o aumento da poluição do rio Potengi, é a coleta irregular de lixo na comunidade.</span></p>
<p><br class="caption" /><br class="caption" /><span style="color: #4a4a4a;">21/10/2012</span></p>
<h2><span style="color: #0070c0;">Capitania dos Portos realiza mutirão de limpeza no rio Potengi, em Natal</span></h2>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>Ação educativa fez parte da comemoração dos 80 anos da Codern.<br />
Lixo foi retirado do estuário do rio que corta parte do trecho urbano de Natal.</strong></span><br class="caption" /><br class="caption" /></p>
<div id="attachment_4434" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-4434" title="Foram retirados do rio Potengi plásticos, pedaços de madeira e um colchão (Foto: Ricardo Araújo/G1)" src="http://www.globalgarbage.org/praia/wp-content/uploads/2012/11/dsc08227.jpg" alt="" width="500" height="316" /><p class="wp-caption-text">Foram retirados do rio Potengi plásticos, pedaços de madeira e um colchão (Foto: Ricardo Araújo/G1)</p></div>
<p><br class="caption" /><a href="http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2012/10/capitania-dos-portos-realiza-mutirao-de-limpeza-no-rio-potengi-em-natal.html" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Do G1 RN</span></a></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Um mutirão de limpeza do estuário do rio Potengi foi realizado na manhã deste domingo (21). A ação fez parte das comemorações do aniversário de 80 anos do Porto de Natal. O presidente da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (<a href="http://www.codern.com.br/" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Codern</span></a>), Pedro Terceiro de Melo, destacou que a ação teve como objetivo conscientizar a população natalense, principalmente a que vive às margens do rio Potengi, da importância da conservação do principal rio do estado.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">&#8220;A gente tem que chamar a atenção da sociedade para esta problemática. O rio é fonte de vida e recursos para muito moradores ribeirinhos&#8221;, enfatizou Pedro Terceiro. Voluntários da Codern, estudantes de algumas universidades privadas, além de pescadores, participaram da ação. De acordo com a coordenadora de Meio Ambiente da Codern, Ivanoska Rocha Miranda, o objetivo era que fossem retirados em torno de cinco toneladas de lixo do estuário do rio Potengi. O ponto escolhido para limpeza foi a margem defronte à Pedra do Rosário, no Paço da Pátria, em Natal.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Conforme esclareceu a coordenadora, é naquela região é a mais afetada pelo acúmulo de lixo. Muito em decorrência da própria presença humana às margens do rio, bem como do fluxo e refluxo das marés, que carreiam lixo para o estuário. Todo o material recolhido da área do mangue e das margens próximas ao Paço da Pátria passarão por um processo de triagem para separar o que pode ser reciclado do que deve ser encaminhado ao aterro sanitário. Uma empresa terceirizada pela Codern fará o trabalho.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Ao longo das quatro horas de coleta, os voluntários retiraram da área do mangue e margens do rio, diversos pedaços de plástico, restos de peças de zinco e ferro, madeira, sacos plásticos, garrafas pet, latas de cerveja, colchão e um monitor de computador. De acordo com o morador do Paço da Pátria, Luiz Fernandes, um dos motivos para o aumento da poluição do rio Potengi, é a coleta irregular de lixo na comunidade.</span></p>
<p><br class="caption" /><a href="http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/fotos/2012/10/estuario-do-rio-potengi-em-natal-e-limpo-por-voluntarios-neste-domingo-21.html" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Veja galeria de imagens do mutirão de limpeza</span></a></p>
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		<title>Pescadores ganham orientação sobre problemas causados pelo lixo no mar</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Nov 2012 17:03:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Prado Barretto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pescadores de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, receberam nesta quarta-feira (31) orientações sobre os prejuízos causados pelo descarte de lixo no mar. Uma tenda para o trabalho de conscientização dos pescadores foi montada logo cedo próximo ao píer do bairro Portinho. A ação de conscientização é promovida pela Petrobrás.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #4a4a4a;">Pescadores de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, receberam nesta quarta-feira (31) orientações sobre os prejuízos causados pelo descarte de lixo no mar. Uma tenda para o trabalho de conscientização dos pescadores foi montada logo cedo próximo ao píer do bairro Portinho. A ação de conscientização é promovida pela Petrobrás.</span></p>
<p><br class="caption" /><br class="caption" /><span style="color: #4a4a4a;">31/10/2012</span></p>
<h2><span style="color: #0070c0;">Pescadores ganham orientação sobre problemas causados pelo lixo no mar</span></h2>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>Ação de conscientização da Petrobrás aconteceu em Cabo Frio, RJ.<br />
Pescadores aprenderam como descartar lixo sem agredir o meio ambiente.</strong></span><br class="caption" /><br class="caption" /></p>
<div id="attachment_266" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-266" title="Greenpeace©/Carè©/Marine Photobank" src="http://www.globalgarbage.org/praia/wp-content/uploads/2011/02/MCareED1.jpg" alt="" width="500" height="335" /><p class="wp-caption-text">Greenpeace©/Carè©/Marine Photobank</p></div>
<p><br class="caption" /><a href="http://g1.globo.com/rj/serra-lagos-norte/noticia/2012/10/pescadores-ganham-orientacao-sobre-problemas-causados-pelo-lixo-no-mar.html" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Do G1 Região dos Lagos</span></a></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Pescadores de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, receberam nesta quarta-feira (31) orientações sobre os prejuízos causados pelo descarte de lixo no mar. Uma tenda para o trabalho de conscientização dos pescadores foi montada logo cedo próximo ao píer do bairro Portinho. A ação de conscientização é promovida pela Petrobrás.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Segundo os ambientalistas e técnicos ambientais, o lixo marinho é encontrado em todas as áreas dos mares e oceanos do mundo, não somente em regiões densamente povoadas, mas também em lugares remotos, bem longe de qualquer fonte óbvia de lixo. Ele viaja longas distâncias pelas correntes oceânicas e com os ventos, sendo encontrado em todos os lugares no meio ambiente marinho e costeiro, dos pólos ao equador, dos litorais continentais a minúsculas e remotas ilhas; origina-se de muitas fontes e causa tremendos impactos ambientais, econômicos, na segurança, na saúde e também culturais. A lenta taxa de degradação da maioria dos itens de lixo marinho, principalmente plásticos, e a sua contínua e crescente produção, estão ganhando da disposição do homem de limpar o planeta.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">São estimadas que em torno de 6.4 milhões de toneladas de lixo marinho são descartadas nos oceanos e mares a cada ano. Cerca de 8 milhões de itens de lixo marinho são despejados nos oceanos e mares todos os dias Mais de 13.000 pedaços de lixo plástico estão, atualmente, flutuando em cada quilômetro quadrado de oceano. A Fundação de Pesquisa Marinha Algalita (<a href="http://www.algalita.org" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">AMRF</span></a>), por exemplo, afirma em um relatório de pesquisa que no giro central do Oceano Pacífico, ela encontrou, em 2002, seis quilos de plástico para cada quilo de plâncton próximo da superfície.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">A deficiência na implementação e execução de padrões e regulamentações internacionais, regionais e nacionais que poderiam melhorar a situação, combinada com a falta de conscientização entre os principais interessados e do público em geral são as maiores razões pelas quais o problema do lixo marinho não só permanece, mas continua crescendo mundialmente.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">O lixo marinho é a maior preocupação de saúde pública e ambiental em muitos países, que geralmente não dispõem de um sistema apropriado de gestão de resíduos, desde a sua fonte até o seu descarte ou processamento final.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>Relatório da ONU mostra ameaça ao meio ambiente</strong></span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, produzido em 2005, sobre o problema do lixo marinho nos Mares do Norte, Europa, África, Australásia e Estados Unidos, afirma que o lixo marinho impõe uma enorme e crescente ameaça ao meio ambiente marinho e costeiro. Ao final de aproximadamente 50 páginas, depois de relatar as atividades, acordos, convenções, regulamentações, diretrizes e ações de agências da ONU, governos, comissões internacionais e de um bom número de organizações da sociedade civil organizada, nas últimas duas décadas, o relatório conclui que o problema do lixo marinho persiste, grave, crescente e altamente ameaçador ao meio ambiente.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">No Brasil não há estudo similar, até porque naquele <a href="http://www.unep.org/regionalseas/marinelitter/publications/default.asp" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">relatório da UNEP/PNUMA</span></a> são mencionados estudos e pesquisas feitas individualmente por entidades em vários países, mas, segundo o relatório, não seriam válidas, porque não utilizaram metodologia padronizada, nem foram feitas num período longo de observação, nem em uma área de amostragem representativa. Mas basta um passeio em qualquer calçadão de qualquer uma das milhares de cidades litorâneas para se constatar que, no Brasil, o lixo marinho faz parte da nossa paisagem do dia-a-dia.</span></p>
<p><br class="caption" /><a href="http://globotv.globo.com/inter-tv-rj/rj-inter-tv-1a-edicao/v/acao-da-petrobras-conscientiza-pescadores-de-cabo-frio-rj/2218096/" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Vídeo: Ação da Petrobras conscientiza pescadores de Cabo Frio, RJ</span></a></p>
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		<title>Projeto Catamarã recolhe 240 toneladas de lixo do mar</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Oct 2012 12:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Prado Barretto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pelo menos 240 toneladas de resíduos sólidos deixaram de poluir o estuário e a Baía de Santos. O montante expressivo é resultado do projeto Catamarã, desenvolvido pela prefeitura, que completará cinco anos em dezembro. O serviço evita prejuízos ao meio ambiente marinho e ainda contribui para a balmebailidade das praias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #4a4a4a;">Pelo menos 240 toneladas de resíduos sólidos deixaram de poluir o estuário e a Baía de Santos. O montante expressivo é resultado do projeto Catamarã, desenvolvido pela prefeitura, que completará cinco anos em dezembro. O serviço evita prejuízos ao meio ambiente marinho e ainda contribui para a balmebailidade das praias.</span></p>
<p><br class="caption" /><br class="caption" /><span style="color: #4a4a4a;">24/10/2012</span></p>
<h2><span style="color: #0070c0;">Projeto Catamarã recolhe 240 toneladas de lixo do mar</span></h2>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>O serviço evita prejuízos ao meio ambiente marinho e ainda contribui para a balmebailidade das praias</strong></span><br class="caption" /><br class="caption" /></p>
<div id="attachment_4425" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-4425" title="Foto: Francisco Arrais/Prefeitura de Santos" src="http://www.globalgarbage.org/praia/wp-content/uploads/2012/10/FRANCISCO_ARRAIS_3588.jpg" alt="" width="500" height="330" /><p class="wp-caption-text">Foto: Francisco Arrais/Prefeitura de Santos</p></div>
<p><br class="caption" /><span style="color: #4a4a4a;">Pelo menos 240 toneladas de resíduos sólidos deixaram de poluir o estuário e a Baía de Santos. O montante expressivo é resultado do projeto Catamarã, desenvolvido pela prefeitura, que completará cinco anos em dezembro. O serviço evita prejuízos ao meio ambiente marinho e ainda contribui para a balmebailidade das praias.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">De acordo com a Prodesan, responsável pela operação, são retiradas mensalmente do mar, em média, 4 toneladas de lixo no trecho entre o Ferry-boat e o canal 6, na Ponta da Praia. Em setembro, foram recolhidas 3,2 toneladas de material por duas embarcações do tipo catamarã, daí o nome do projeto. A coleta é feita sempre de terça-feira a domingo.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Segundo a Seserp (Secretaria de Serviços Públicos), que gerencia o serviço, a maior parte do material descartado no mar (garrafas pet, sacos plásticos, latas etc) chega à praia vindo dos mangues. </span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>Como funciona</strong><br />
O catamarã possui uma grelha metálica que recolhe os detritos e, automaticamente, por meio de sistema basculante, os acondiciona em sacos plásticos. O barco tem capacidade para transportar até 1.200 quilos de resíduos, que depois são depositados em caçambas e recolhidos pela Terracom. Em seguida, o material é descarregado e transportado para a estação de transbordo, localizada na Alemoa.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">As embarcações medem 6,7 m de comprimento, com 3,3 m de boca, e podem percorrer locais de pouca profundidade, facilitando a atuação dos monitores ambientais.</span></p>
<p><a href="http://www.santos.sp.gov.br/nsantos/index.php/noticias/projeto-catamar-recolhe-240-toneladas-de-lixo-do-mar" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Prefeitura de Santos</span></a></p>
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		<title>Prorrogadas inscrições para Certificação Praia Limpa</title>
		<link>http://www.globalgarbage.org/praia/2012/10/25/prorrogadas-inscricoes-para-certificacao-praia-limpa/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 14:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Prado Barretto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criada pela Lei Estadual Nº 13.892/07, a Certificação Praia Limpa é um programa de governo do Estado coordenado pelo Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente – Conpam, consistindo na concessão de um selo de qualidade aos municípios que detenham jurisdição costeira, façam sua adesão voluntária ao programa e apresentem as condições de higiene / limpeza, segurança e conservação exigidas pelo programa o que, de acordo com os artigos 1º e 2º da referida lei, habilita o município para formalização de qualquer tipo de convênio ou ajuste entre Estado e Município no que se refere a implantação de equipamentos públicos, obras e serviços de engenharia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #4a4a4a;">Foi prorrogado o prazo para as inscrições do processo de Certificação Praia Limpa &#8211; Edição 2013/2014 para o dia 2 de novembro. A inscrição continua sendo on line, através do site do Conpam (www.conpam.ce.gov.br). Cada município pode concorrer com o máximo de duas praias.</span></p>
<p><br class="caption" /><br class="caption" /><span style="color: #4a4a4a;">23.10.2012</span></p>
<h2><span style="color: #0070c0;">Prorrogadas inscrições para Certificação Praia Limpa</span><br class="caption" /><br class="caption" /></h2>
<div id="attachment_4414" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-4414" title="Foto: Julia Hämer" src="http://www.globalgarbage.org/praia/wp-content/uploads/2012/10/0144.jpg" alt="" width="500" height="332" /><p class="wp-caption-text">Foto: Julia Hämer</p></div>
<p><br class="caption" /><a href="mailto:elizabeth.reboucas@conpam.ce.gov.br"><span style="color: #0070c0;">Elizabeth Rebouças</span></a></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Foi prorrogado o prazo para as inscrições do processo de Certificação Praia Limpa &#8211; <a href="http://www.conpam.ce.gov.br/categoria1/orla/certificacao-praia-limpa-2013-2014" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Edição 2013/2014</span></a> para o dia 2 de novembro. A inscrição continua sendo on line, através do site do Conpam (<a href="http://www.conpam.ce.gov.br/" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">www.conpam.ce.gov.br</span></a>). Cada município pode concorrer com o máximo de duas praias.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Podem concorrer: Acaraú, Amontada, Aquiraz, Aracati, Barroquinha, Beberibe, Camocim, Cascavel, Caucaia, Cruz, Fortaleza, Fortim, Icapuí, Itapipoca, Itarema, Jijoca de Jericoacoara, Trairi, Paracuru, Paraipaba e São Gonçalo do Amarante.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>Saiba mais:</strong><br />
Criada pela Lei Estadual Nº 13.892/07, a <a href="http://www.conpam.ce.gov.br/categoria1/orla/certificacao-praia-limpa" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Certificação Praia Limpa</span></a> é um programa de governo do Estado coordenado pelo Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente – Conpam, consistindo na concessão de um selo de qualidade aos municípios que detenham jurisdição costeira, façam sua adesão voluntária ao programa e apresentem as condições de higiene / limpeza, segurança e conservação exigidas pelo programa o que, de acordo com os artigos 1º e 2º da referida lei, habilita o município para formalização de qualquer tipo de convênio ou ajuste entre Estado e Município no que se refere a implantação de equipamentos públicos, obras e serviços de engenharia.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>Avaliação</strong><br />
A avaliação das praias para Certificação será de responsabilidade da Comissão de Avaliação – CA, formada pela Comissão Técnica Estadual &#8211; CTE do Projeto Orla/CE e terá como instrumentos o Questionário de Avaliação das Condições da Praia, de responsabilidade da Comissão de Avaliação – CA, e o Questionário de Gestão da Qualidade da Praia, de responsabilidade do município.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>Categorias</strong><br />
A Certificação, que terá vigência de dois anos em sua segunda edição, será concedida à praia certificada, em três categorias abaixo descriminadas, dependendo da nota resultante da avaliação das condições da praia e da gestão municipal:</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">70 ≼ TRÊS ESTRELAS DO MAR ≺ 85<br />
85 ≼ QUATRO ESTRELAS DO MAR ≺ 100<br />
CINCO ESTRELAS DO MAR = 100</span></p>
<p><a href="http://www.ceara.gov.br/index.php/sala-de-imprensa/noticias/6875-prorrogadas-inscricoes-para-certificacao-praia-limpa" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Assessoria de Comunicação Conpam</span></a></p>
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		<title>Tartarugas são encontradas mortas</title>
		<link>http://www.globalgarbage.org/praia/2012/10/25/tartarugas-sao-encontradas-mortas-na-orla-de-praia-grande/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 09:52:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Prado Barretto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
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		<description><![CDATA[Após recolher todas as tartarugas, a equipe acionou a Associação de Resgate e Reabilitação de Animais Marinhos (Gremar), que após examinar os animais, constatou que quase todos apresentavam grande quantidade de lixo em seu aparelho digestivo. “Havia plástico e até pedaços de metal. Este material acaba afetando o intestino dos animais e obstruindo a saída das fezes, levando o animal a óbito”, explicou o estagiário de Zootecnia, que integra a equipe do Gremar, Felipe Lima.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #4a4a4a;">Após recolher todas as tartarugas, a equipe acionou a Associação de Resgate e Reabilitação de Animais Marinhos (Gremar), que após examinar os animais, constatou que quase todos apresentavam grande quantidade de lixo em seu aparelho digestivo. “Havia plástico e até pedaços de metal. Este material acaba afetando o intestino dos animais e obstruindo a saída das fezes, levando o animal a óbito”, explicou o estagiário de Zootecnia, que integra a equipe do Gremar, Felipe Lima.</span></p>
<p><br class="caption" /><br class="caption" /><span style="color: #4a4a4a;">22/10/2012</span></p>
<h2><span style="color: #0070c0;">Tartarugas são encontradas mortas na orla de PG</span></h2>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>Aparelho digestivo dos animais apresentava plástico e até metal</strong></span><br class="caption" /><br class="caption" /></p>
<div id="attachment_4403" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-4403" title="Lixo pode ter causado a morte dos animais. Foto: Edmilson Lelo/Prefeitura de Praia Grande" src="http://www.globalgarbage.org/praia/wp-content/uploads/2012/10/Tartarugas-Mortas-Foto-Edmilson-Lelo-16.jpg" alt="" width="500" height="332" /><p class="wp-caption-text">Lixo pode ter causado a morte dos animais. Foto: Edmilson Lelo/Prefeitura de Praia Grande</p></div>
<p><br class="caption" /><a href="http://www.praiagrande.sp.gov.br/pgnoticias/noticias/noticia_01.asp?cod=27184" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Por Ludmila Pilipavicius</span></a></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Dez tartarugas ainda em idade juvenil foram encontradas mortas na orla de Praia Grande entre a manhã de domingo e segunda-feira (22). Entre os animais, havia uma tartaruga da espécie Oliva, ameaçada de extinção.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">As tartarugas foram encontradas na orla dos bairros Mirim, Flórida, Imperador, Ocian, Caiçara e Tupi. Somente neste último ponto, foram encontrados cinco animais, de acordo com o coordenador da Guarda Costeira de Praia Grande, Delfo Monsalvo.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Após recolher todas as tartarugas, a equipe acionou a Associação de Resgate e Reabilitação de Animais Marinhos (Gremar), que após examinar os animais, constatou que quase todos apresentavam grande quantidade de lixo em seu aparelho digestivo. “Havia plástico e até pedaços de metal. Este material acaba afetando o intestino dos animais e obstruindo a saída das fezes, levando o animal a óbito”, explicou o estagiário de Zootecnia, que integra a equipe do Gremar, Felipe Lima.<br class="caption" /></span><br class="caption" /></p>
<div id="attachment_4404" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-4404" title="Animais encontrados tinham lixo nos aparelhos digestivos. Foto: Edmilson Lelo/Prefeitura de Praia Grande" src="http://www.globalgarbage.org/praia/wp-content/uploads/2012/10/Tartarugas-Mortas-Foto-Edmilson-Lelo-2.jpg" alt="" width="500" height="332" /><p class="wp-caption-text">Animais encontrados tinham lixo nos aparelhos digestivos. Foto: Edmilson Lelo/Prefeitura de Praia Grande</p></div>
<p><br class="caption" /><span style="color: #4a4a4a;">A aproximação da temporada é a principal preocupação de Monsalvo, já que as praias ficam lotadas e, infelizmente, muitas pessoas ainda não têm o hábito de recolher seu lixo na praia. “Se todo mundo fizer sua parte, o número de animais mortos por conta do lixo com certeza irá diminuir”.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Pela avaliação do especialista do Gremar, a da espécie Oliva tinha cerca de 5 anos, muito jovem, considerando que os animais desta espécie vivem cerca de 100 anos. “Para se ter uma ideia, esses animais entram na idade reprodutiva apenas por volta dos 30 anos de idade”.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Somente este ano, a Guarda Costeira de Praia Grande localizou 211 animais marinhos, entre aves, tartarugas e lobos marinhos, nas praias da Cidade, alguns ainda com vida. Monsalvo explicou que é importante a população avisar rapidamente a Guarda Costeira, pelo número 199, ao avistar um animal nas areias da praia. “Muitas vezes, temos como recolhê-los e encaminhar para a reabilitação, possibilitando que retornem ao seu habitat natural”.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Além da fiscalização de embarcações, a Guarda Costeira de Praia Grande é responsável também pelo resgate de animais marinhos feridos ou mortos encontrados em toda a extensão da praia.</span></p>
<p><a href="http://www.praiagrande.sp.gov.br/praiagrande/noticia_01.asp?cod=27184" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Prefeitura de Praia Grande</span></a></p>
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		<title>Não ao lixo marinho</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2012 17:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Prado Barretto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ministério do Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Ecológico Aqualung]]></category>
		<category><![CDATA[plásticos]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Orla]]></category>
		<category><![CDATA[tartarugas marinhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das principais consequências dos modelos e padrões de produção e consumo adotados pela sociedade atual é a geração de resíduos. Conforme a coordenadora de Zoneamento Costeiro, considerando que se vive a “era dos plásticos”, um material relativamente barato e de grande durabilidade, e que grande quantidade desse material acaba chegando, de uma forma ou de outra em ambientes marinhos e costeiros, atualmente se enfrenta um grande problema que diz respeito a toda a sociedade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #4a4a4a;">Uma das principais consequências dos modelos e padrões de produção e consumo adotados pela sociedade atual é a geração de resíduos. Conforme a coordenadora de Zoneamento Costeiro, considerando que se vive a “era dos plásticos”, um material relativamente barato e de grande durabilidade, e que grande quantidade desse material acaba chegando, de uma forma ou de outra em ambientes marinhos e costeiros, atualmente se enfrenta um grande problema que diz respeito a toda a sociedade.</span></p>
<p><br class="caption" /><br class="caption" /><span style="color: #4a4a4a;">Quinta, 20 Setembro 2012 14:16</span></p>
<h2><span style="color: #0070c0;">Não ao lixo marinho</span></h2>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias desenvolve ações educativas e de proteção ambiental</strong></span><br class="caption" /><br class="caption" /></p>
<div id="attachment_4394" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-4394" title="Praia do Forte, Bahia. Foto: Fabiano Prado Barretto/Global Garbage" src="http://www.globalgarbage.org/praia/wp-content/uploads/2012/09/DSC_0254.jpg" alt="" width="500" height="332" /><p class="wp-caption-text">Praia do Forte, Bahia. Foto: Fabiano Prado Barretto/Global Garbage</p></div>
<p><br class="caption" /><a href="http://www.mma.gov.br/informma/item/8685-n%C3%A3o-ao-lixo-marinho" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Sophia Gebrim</span></a></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">A geração de resíduos é um dos principais problemas ambientais em todo o mundo, sobretudo no que diz respeito à poluição marinha. Para conscientizar a população sobre a importância do tema e alertar quanto às ações que podem ser adotadas para reduzir os danos dos resíduos sólidos ao meio ambiental, nesta quinta-feira (20/09), é celebrado o Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias. No Ministério do Meio Ambiente, a Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável, por meio da <a href="http://www.mma.gov.br/gestao-territorial/gerenciamento-costeiro" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Gerência de Zoneamento Costeiro</span></a>, atua com ações e projetos de incentivo à sustentabilidade costeira.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Uma dessas iniciativas é o <a href="http://www.mma.gov.br/gestao-territorial/gerenciamento-costeiro/projeto-orla" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Projeto Orla</span></a>, que vem fomentando a discussão do gerenciamento costeiro e promoção do uso sustentável de recursos naturais, o que inclui a limpeza a conservação de oceanos. Além de cursos de capacitação de técnico e multiplicadores, o Projeto Orla busca promover o ordenamento dos espaços litorâneos sob o domínio da União, aproximando as políticas ambientais com governo e sociedade. “Entre os objetivos do projeto estão o fortalecimento da capacidade de atuação e articulação de diferentes atores do setor público e privado na gestão integrada da orla”, aponta a coordenadora de Gerenciamento Costeiro do MMA, Leila Swerts.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Para ela, em geral, os resíduos sólidos são problemas comuns a todos os municípios costeiros. O Brasil possui aproximadamente 400 municípios costeiros e atualmente 80 deles aderiram, em alguma fase, ao Projeto Orla. “A expectativa é que novos municípios sejam alcançados para implantação do projeto, o que garantirá um espaço costeiro mais limpo e sustentável”, disse. </span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><strong>PROBLEMA DE TODOS</strong></span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Uma das principais consequências dos modelos e padrões de produção e consumo adotados pela sociedade atual é a geração de resíduos. Conforme a coordenadora de Zoneamento Costeiro, considerando que se vive a “era dos plásticos”, um material relativamente barato e de grande durabilidade, e que grande quantidade desse material acaba chegando, de uma forma ou de outra em ambientes marinhos e costeiros, atualmente se enfrenta um grande problema que diz respeito a toda a sociedade.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Ela explica que lixo marinho é qualquer tipo de resíduo sólido de origem antropogênica gerado em terra ou no mar que, intencionalmente ou não, tenha sido introduzido no ambiente marinho, incluindo o transporte destes materiais por meio de rios, sistema de drenagens e esgoto, ou vento. “E, ao contrário do que muitos pensam, a maior parte do lixo marinho tem origem no continente, ao atingir os ecossistemas marinhos e costeiros, estes resíduos geram danos significativos aos seres vivos”, salientou. </span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Dessa forma, torna-se comum a ingestão dos resíduos por aves, tartarugas marinhas, peixes e mamíferos marinhos e danos diretos em ecossistemas naturais, como os recifes de corais. “Também vem sendo estudada a capacidade de adsorção de poluentes persistentes por plásticos, que acabam sendo ingeridos por animais ao logo da cadeia alimentar, podendo chegar até os seres humanos”, acrescenta a coordenadora.</span> <br class="caption" /><br class="caption" /></p>
<div id="attachment_4395" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-4395" title="Praia do Forte, Bahia. Foto: Fabiano Prado Barretto/Global Garbage" src="http://www.globalgarbage.org/praia/wp-content/uploads/2012/09/DSC_0274.jpg" alt="" width="500" height="332" /><p class="wp-caption-text">Praia do Forte, Bahia. Foto: Fabiano Prado Barretto/Global Garbage</p></div>
<p><br class="caption" /><strong><span style="color: #4a4a4a;">MOBILIZAÇÃO MUNDIAL</span></strong></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">O Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias ou Clean Up The World, é comemorado em diversos países no terceiro final de semana de setembro. Coordenado mundialmente desde 1986 pela organização não-governamental (ONG) americana The Ocean Conservancy, a data é celebrada voluntariamente por governo, associações, empresas e demais voluntários. </span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">No Brasil, várias cidades como Rio de Janeiro, Cabo Frio (RJ) Brasília (DF), Aracaju, Recife, Porto Seguro (BA), Salvador e Florianópolis aderiram à 10ª Campanha de Limpeza de Praias, coordenada pelo <a href="http://www.institutoaqualung.com.br" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Instituto Ecológico Aqualung</span></a>. Milhares de voluntários por todo o país participam de um grande mutirão de limpeza e de conscientização para não jogar lixo em lugares impróprios.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">O objetivo é fazer algo concreto pelo meio ambiente com resultados imediatos e locais: limpar o lixo descartado irresponsavelmente e acumulado em todos os litorais do planeta. Simboliza, também, a união mundial e a dedicação em prol de um mundo mais limpo, consciente e saudável para a humanidade.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">A representante do MMA destaca que, iniciativas como esta, são fundamentais do ponto de vista de mobilização e disseminação da temática. “E quando consideradas numa perspectiva integrada, associadas à pressupostos da educação ambiental crítica e estruturas de gestão de resíduos, contribuem fortemente para a minimização do problema”, aponta Leila Swerts. Ela ressalta, ainda, a importância deste tipo de campanha no que diz respeito à mobilização popular como contribuição para a agenda do Projeto Orla, principalmente dentro da perspectiva de participação cidadã, aproximando e sensibilizando a sociedade em temáticas relevantes para a promoção da qualidade ambiental do litoral brasileiro.</span></p>
<p><a href="http://www.mma.gov.br/informma/item/8685-n%C3%A3o-ao-lixo-marinho" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Ministério do Meio Ambiente</span></a></p>
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		<title>Especialista diz que reciclagem no Brasil alcança menos de 2% de todo o potencial</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2012 12:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Prado Barretto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[ABLP]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cempre]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Gea]]></category>
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		<description><![CDATA[O Brasil ainda tem 4 mil lixões e apenas 30% a 40% do lixo total coletado no país são dispostos em aterros sanitários adequados. Além disso, a reciclagem  é muito baixa no Brasil, segundo avalia o secretário da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP), Antonio Simões Garcia. Ele informou que os serviços de aproveitamento de material descartado não transformam no país sequer 2% do volume que pode ser reciclado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #4a4a4a;">O Brasil ainda tem 4 mil lixões e apenas 30% a 40% do lixo total coletado no país são dispostos em aterros sanitários adequados. Além disso, a reciclagem é muito baixa no Brasil, segundo avalia o secretário da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP), Antonio Simões Garcia. Ele informou que os serviços de aproveitamento de material descartado não transformam no país sequer 2% do volume que pode ser reciclado.</span></p>
<p><br class="caption" /><br class="caption" /><span style="color: #4a4a4a;">14/09/2012 &#8211; 17h33</span></p>
<h2><span style="color: #0070c0;">Especialista diz que reciclagem no Brasil alcança menos de 2% de todo o potencial</span><br class="caption" /><br class="caption" /></h2>
<div id="attachment_4356" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-4356" title="http://oglobo.globo.com/eu-reporter/confira-as-imagens-enviadas-pelos-leitores-nesta-segunda-feira-4219835" src="http://www.globalgarbage.org/praia/wp-content/uploads/2012/09/luiznoronhadoamaral.jpg" alt="" width="500" height="287" /><p class="wp-caption-text">Praia do Leblon. Foto: Luiz Noronha do Amaral</p></div>
<p><br class="caption" /><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-09-14/especialista-diz-que-reciclagem-no-brasil-alcanca-menos-de-2-de-todo-potencial" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Alana Gandra<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></span></a></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Rio de Janeiro &#8211; O Brasil ainda tem 4 mil lixões e apenas 30% a 40% do lixo total coletado no país são dispostos em aterros sanitários adequados. Além disso, a reciclagem é muito baixa no Brasil, segundo avalia o secretário da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (<a href="http://www.ablp.org.br/" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">ABLP</span></a>), Antonio Simões Garcia. Ele informou que os serviços de aproveitamento de material descartado não transformam no país sequer 2% do volume que pode ser reciclado.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">À Agência Brasil, Garcia disse que estão “muito próximos da realidade” os números divulgados hoje (14) na Pesquisa de Orçamentos Familiares (<a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/pesquisas/pesquisa_resultados.php?indicador=1&amp;id_pesquisa=25" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">POF</span></a>) 2008-2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), segundo os quais <a href="http://www.globalgarbage.org/praia/2012/09/19/grande-parte-do-lixo-separado-pelo-brasileiro-nao-e-coletada-de-forma-seletiva/" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">apenas 40% do lixo separado dentro de casa pelos brasileiros são coletados seletivamente ao chegarem na rua</span></a>.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Alex Cardoso, da coordenação nacional do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (<a href="http://www.mncr.org.br/" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">MNCR</span></a>), acrescentou que, do total de lixões ainda existentes no Brasil, 1,7 mil estão na Região Nordeste. “Chega a ter cidades com dois lixões”, informou. O MNCR avalia que há grande mobilização da sociedade em torno da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que exige a coleta seletiva para municípios com mais de 30 mil habitantes.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Na avaliação de Cardoso, no entanto, esse processo ainda é “tímido” no Brasil, “porque a política já tem dois anos e cerca de 40% dos municípios brasileiros ainda têm lixões e não dispõem de sistema de coleta seletiva”. O integrante do MNCR lembra que, até 2014, os lixões terão que ser desativados. Segundo ele, com a implantação da coleta seletiva e a desativação dos lixões, haverá também a inclusão dos catadores. </span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">O MNCR está preocupado com a disposição de alguns municípios de incinerar os resíduos para geração de energia. Alex Cardoso avaliou que essa é uma atividade negativa. Além de ser uma tecnologia cara, não inclui os catadores e é prejudicial à saúde humana e ao meio ambiente, na medida em que libera gases causadores do efeito estufa.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Rita Sairi Kogachi Cortez, técnica do <a href="http://www.institutogea.org.br/" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Instituto Gea</span></a>, disse à Agência Brasil que o avanço do país em coleta do lixo “é muito pequeno em relação ao número de resíduos gerados”. Ela ponderou, contudo, que o “despertar” da população está ocorrendo, porque as pessoas se mostram interessadas em participar cada vez mais do processo de separar o seu lixo.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Segundo ela, é necessário que se criem mais coletas e mais cooperativas de catadores, “para que a coisa possa caminhar melhor no Brasil”. <span style="color: #4a4a4a;">O Instituto Gea</span> é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que tem entre as finalidades assessorar a população a implantar programas de coleta seletiva de lixo e reciclagem.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">A defesa dessa estratégia é compartilhada por André Vilhena, diretor do Compromisso Empresarial para Reciclagem (<a href="http://www.cempre.org.br/" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Cempre</span></a>), associação sem fins lucrativos dedicada à promoção da reciclagem com base no conceito de gerenciamento integrado do lixo. Disse que, nos últimos dois anos, desde a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, “houve um incremento significativo [das atividades de reciclagem], mas ainda muito longe do desejado”.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Vilhena comentou que, nesse período, cresceu o número de prefeituras oferecendo serviço de coleta seletiva ou ampliando o serviço onde já existia. O problema para a desativação dos lixões, segundo ele, é que a população brasileira se concentra nos grandes centros, em especial próximos ao litoral. “Se nós conseguirmos avançar nessas regiões de maior densidade populacional, com certeza nós vamos equacionar boa parte do problema”.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">O diretor do Cempre disse que, para ter todo o território com a situação equacionada, existe a possibilidade de os municípios serem apoiados, por meio de financiamento do governo federal, para a formação de consórcios que vão elaborar os planos de resíduos e construir os aterros sanitários.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Segundo o diretor do Cempre, se forem formados 450 consórcios no Brasil, a questão será resolvida, “porque, em alguns estados, um aterro sanitário pode atender até 150 municípios”. Para ele, a solução é a melhor também pelo ponto de vista econômico. “Não faz sentido você ter um aterro sanitário para municípios com 10 mil ou 15 mil habitantes”.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><em>Edição: Davi Oliveira</em></span></p>
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		<title>Grande parte do lixo separado pelo brasileiro não é coletada de forma seletiva</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2012 11:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Prado Barretto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[biodegradável]]></category>
		<category><![CDATA[enterrado]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
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		<description><![CDATA[Praticamente três entre dez domicílios brasileiros (29,7%) separam o lixo biodegradável do não degradável. No entanto, apenas 40% desse lixo separado dentro de casa são posteriormente coletados de forma coletiva quando chega à rua. Isso mostra que muitos brasileiros separam seus resíduos dentro de casa, mas depois grande parte deles é misturada ao lixo comum.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #4a4a4a;">Praticamente três entre dez domicílios brasileiros (29,7%) separam o lixo biodegradável do não degradável. No entanto, apenas 40% desse lixo separado dentro de casa são posteriormente coletados de forma coletiva quando chega à rua. Isso mostra que muitos brasileiros separam seus resíduos dentro de casa, mas depois grande parte deles é misturada ao lixo comum.</span></p>
<p><br class="caption" /><br class="caption" /><span style="color: #4a4a4a;">14/09/2012 &#8211; 10h05</span></p>
<h2><span style="color: #0070c0;">Grande parte do lixo separado pelo brasileiro não é coletada de forma seletiva</span><br class="caption" /><br class="caption" /></h2>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4377" title="© Fabiano Prado Barretto/Global Garbage" src="http://www.globalgarbage.org/praia/wp-content/uploads/2012/09/Fabiano-Prado-Barretto.jpg" alt="" width="500" height="187" /></p>
<p><br class="caption" /><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-09-14/grande-parte-do-lixo-separado-pelo-brasileiro-nao-e-coletada-de-forma-seletiva" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Vitor Abdala<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></span></a></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Rio de Janeiro &#8211; Praticamente três entre dez domicílios brasileiros (29,7%) separam o lixo biodegradável do não degradável. No entanto, apenas 40% desse lixo separado dentro de casa são posteriormente coletados de forma coletiva quando chega à rua. Isso mostra que muitos brasileiros separam seus resíduos dentro de casa, mas depois grande parte deles é misturada ao lixo comum.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Os dados constam na <a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/pesquisas/pesquisa_resultados.php?indicador=1&amp;id_pesquisa=25" target="_blank"><span style="color: #0070c0;">Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 – Perfil das Despesas do Brasil</span></a>, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Região Sul é aquela que apresenta os melhores indicadores. Lá, 59,9% dos domicílios separam o lixo e 55,6% desses resíduos são coletados de forma seletiva. “A Região Sul está bem acima da média nacional, de 29,7%”, explica o pesquisador do IBGE José Mauro Freitas.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Em outro extremo, aparece a Região Norte, onde 6,6% dos domicílios separam o lixo biodegradável do não degradável e 16,8% desse resíduo são coletados seletivamente, segundo a pesquisa do IBGE.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">O IBGE também observou a quantidade de lixo que é coletada, queimada ou enterrada no próprio terreno da família. No Brasil, a média do lixo coletado chega a 80,7%; os restos queimados ou enterrados, a 10,2%.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">A discrepância é grande entre a cidade e o campo. Na área urbana, 91,1% do lixo são coletados e 1,5%, queimados ou enterrados na propriedade. Na área rural, os percentuais são, respectivamente, 24,4% e 57,7%.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">Entre os estados, o Maranhão é o que tem o menor índice de lixo coletado (51,1%) e o com maior percentual de resíduos queimados ou enterrados (33,4%). Já São Paulo tem o perfil oposto: 94,5% do lixo são coletados e 1,7% são queimado ou enterrado.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;">A pesquisa mostrou ainda a quantidade de domicílios que têm água encanada aquecida. Três em cada quatro residências contam com algum tipo de aquecimento. Além disso, 70% das casas com água encanada recorrem à energia elétrica para aquecer a água.</span></p>
<p><span style="color: #4a4a4a;"><em>Edição: Talita Cavalcante</em></span></p>
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